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Regulamentação trará mais estabilidade para executivos de futebol

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Uma das situações que está sendo acompanhada pela Abex é o processo de regulamentação da profissão do executivo de futebol. Recentemente Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou proposta que regulamenta a profissão de executivo de futebol, reservada ao profissional que concluir os cursos de Gestão de Futebol e de Formação de Executivos de Futebol, reconhecidos por entidades de administração regional e nacional do desporto.

O texto define executivo de futebol como qualquer profissional de futebol, remunerado e com dedicação exclusiva, que ocupe o cargo de diretor, executivo, diretor-executivo, superintendente, gerente, supervisor ou coordenador de futebol profissional ou amador, ou que desempenhe função equivalente. A atividade envolve remuneração pactuada em contrato especial de trabalho, firmado com entidade de prática desportiva. “Essa é a nossa luta porque a regulamentação nos trará um maior respaldo em todos os sentidos. Estamos acompanhando atentamente a essa questão e confiantes de que a regulamentação será mais um passo na evolução do futebol”, disse Marcus Vinícius Beck, presidente da Associação Brasileira dos Executivos de Futebol (ABEX).

Beck reitera a importância da função do executivo nos departamentos de futebol das agremiações. “Seja de grande, médio ou pequeno porte, o clube hoje não pode ter mais uma gestão avulsa. Precisa ser fundamentada por planejamento estratégico e com os conhecimentos que possui, o executivo ele vai trabalhar na gestão de departamentos, contratar reforços, planejar e administrar o orçamento, eles substituíram a velha figura dos cartolas e ajudam a consolidar o crescimento dessa função”, explica Beck.

Quem preside clubes garante que fazer futebol hoje em dia sem executivos é praticamente impensável. “Ter um executivo é fundamental, porque traz a visão profissional de quem centraliza vários elementos, como a gestão de projetos, negociações de atletas, fisiologia, ambiente do elenco, entre outros. É fundamental ter alguém para orquestrar tudo isso”, disse o dirigente.  “A regulamentação além de trazer a estabilidade para os profissionais será a ‘alavanca’ para a criação de novos cursos e consequentemente  acontecerá expansão profissional em todos os sentidos”, complementou.

Por Cristiano Alves com informações de Miro Nascimento

Foto – Agência Câmara

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