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Paulo Carneiro é afastado, ataca Conselho e Mota rebate

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Afastado da presidência do Vitória, Paulo Carneiro passou a vociferar nos grupos de WhatsApp e atacou conselheiros do clube e ex-presidentes. Um dos alvos da língua ferina do cartola foi Fábio Mota, presidente do Conselho Deliberativo, que recebeu a alcunha de “Judas Mota”. O mandatário do colegiado rubro-negro rebateu as declarações de PC. “A missão do Conselho Deliberativo e do presidente do Conselho é zelar pelo estatuto do Vitória. Se ser Judas é você atuar de acordo com os interesses do clube, dando seguimento às ações que chegam ao Conselho do clube, essa adjetivação não tem sentido. Evidente que fui eleito, não fui nomeado. O sócio que votou em mim sabe da minha maneira de gerir, até como gestor público. Não é porque fui eleito pela mesma chapa que tenho que comungar e fazer o que quer o Conselho Diretor. São poderes diferentes e independentes. O que eu fiz foi dar sequência às denúncias que chegaram ao clube. Cumpri o estatuto do Vitória. O mundo mudou, não é mais daquela época em que tinha um Conselho não muito participativo e que o Conselho fazia justamente o que o presidente queria. O conselho tem voz ativa, tem pessoas representativas, inteligentes, de boa formação e que precisam ser respeitas. Passou pela cabeça do presidente afastado que eu iria arquivar, sentar em cima dos processos, que não daria sequência… Não devo nada a ele, fui eleito pelo sócio torcedor e tenho que agir conforme o estatuto e conforme a independência que o Conselho Deliberativo tem e a função que tem, que é auxiliar e fiscalizar o Conselho Diretor”, disse Fábio Mota, em entrevista ao programa BN na Bola, da Rádio Salvador FM 92,3.

O Conselho Deliberativo do Vitória aprovou o afastamento de Paulo Carneiro da presidência do clube por 76 votos, em reunião realizada na noite de quinta-feira (2), no Barradão. Três conselheiros se abstiveram e nenhum votou a favor do cartola. 

Paulo Carneiro foi afastado temporariamente por 60 dias, após uma comissão processante encontrar fortes indícios de gestão temerária. O relatório aponta que o cartola antecipou remuneração, comprou passagens para terceiros com o dinheiro do clube, além da ausência de um contrato para justificar o pagamento de R$ 3,6 milhões à empresa Magnum.

Fonte – BN

Foto –  José Lopes (redacao@newsba.com.br

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