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Fábio Mota afirma protestar contra arbitragem e explica dívida envolvendo atacante Renê

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Após o empate do Vitória com o Corinthians por 1 a 1, na última segunda-feira (19), o presidente do Vitória, Fábio Mota, afirmou que o clube voltará a formalizar uma reclamação contra a arbitragem e comentou a situação envolvendo o atacante Renê, durante entevista na zona mista na Neo Química Arena, ao fim do duelo válido pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“Eu sou recordista de punições por causa de arbitragem. A gente já representou contra a arbitragem por causa do jogo passado (contra o São Paulo) e vai representar novamente. Entendemos que acabamos sendo prejudicados”, declarou o dirigente.

Na partida, o Vitória abriu o placar com Renê aos 45 minutos do primeiro tempo, mas viu o Corinthians empatar aos 20 da segunda etapa, com Yuri Alberto, que converteu um pênalti cometido por Mateus Silva e confirmado pelo árbitro Sávio Pereira Sampaio após consulta ao VAR.

Fábio Mota, que já foi julgado pelo STJD por conta das reclamações após o jogo contra o Palmeirasc no Barradão, também comentou a situação envolvendo a dívida do Vitória com a Portuguesa pela negociação do atacante Renê. Segundo o presidente, o clube paulista também tem uma pendência financeira com o Rubro-Negro, referente ao meia Daniel Júnior, e as partes tentam chegar a um acordo. O dirigente ainda contestou a possibilidade de o atacante ser impedido de atuar por causa da dívida.

“O Vitória tem um crédito junto à Portuguesa. Eles devem cerca de R$ 1 milhão ao Vitória pela negociação de Daniel Júnior, enquanto o Vitória deve R$ 2 milhões. Estamos tentando chegar a um acordo nessa linha. Ninguém está pagando o Vitória, mas não tem como o Vitória deixar de pagar. O Vitória sequer foi notificado dessa ação. Não há respaldo legal para impedir Renê de jogar por causa dessa dívida”, afirmou.

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