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Local de futuro Parque Náutico em Feira de Santana recebe visitas técnicas, veja novidades

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A Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Semmam), realizou, na manhã desta quarta-feira (14/10/2026), uma visita técnica às margens do Rio Jacuípe, em parceria com uma equipe da Fundação Getulio Vargas (FGV). A atividade integra os estudos para a elaboração da modelagem do futuro Parque Náutico, empreendimento previsto para uma área municipal de aproximadamente 260 mil metros quadrados, com propostas voltadas ao turismo, ao lazer, à prática esportiva e ao desenvolvimento econômico.

A programação técnica ocorre entre os dias 13 e 16 de outubro de 2026 e tem como objetivo reunir informações sobre as características físicas e ambientais da área destinada ao projeto. Os dados deverão subsidiar a definição da estrutura do empreendimento, sua viabilidade econômico-financeira e as condições para uma eventual concessão à iniciativa privada.


Durante a visita, profissionais envolvidos nos estudos examinaram aspectos relacionados às condições das águas, à vegetação e às características ambientais da área prevista para receber o Parque Náutico. O levantamento busca identificar elementos que deverão ser considerados na elaboração do projeto e na definição das intervenções necessárias à implantação do equipamento.

A atividade conta com uma equipe multidisciplinar, com profissionais especializados em meio ambiente, vegetação e recursos hídricos. O trabalho de campo integra as etapas preparatórias da modelagem e pretende fornecer informações para orientar o planejamento do empreendimento.


O futuro Parque Náutico está planejado para uma área de aproximadamente 260 mil metros quadrados, pertencente ao município, localizada às margens do Rio Jacuípe, nas proximidades do condomínio Alphaville, em Feira de Santana.

A proposta prevê a implantação de um complexo destinado a atividades de lazer, turismo, esportes e eventos. Entre as estruturas previstas estão marina para embarcações de pequeno e médio porte, píer flutuante e atracadouro, além de espaços gastronômicos, quadras esportivas, pista de corrida e áreas de convivência voltadas à contemplação da natureza.

A configuração definitiva do empreendimento dependerá dos estudos e das definições que serão consolidadas durante a elaboração da modelagem. A avaliação das condições ambientais e físicas do local constitui uma das etapas necessárias para orientar o planejamento das estruturas previstas.


Além das atividades realizadas às margens do rio, a programação inclui reuniões de alinhamento com setores da administração municipal. Entre os órgãos envolvidos está a Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), responsável por participar da integração das informações levantadas em campo ao planejamento do projeto.

A articulação entre as secretarias busca reunir os dados técnicos necessários à análise do empreendimento, considerando as características da área e as estruturas propostas. O trabalho também deverá contribuir para a definição dos parâmetros que orientarão a futura concessão do equipamento.

A modelagem em elaboração deverá estabelecer elementos relacionados à viabilidade econômico-financeira e às condições de concessão à iniciativa privada. Essas definições são importantes para determinar os parâmetros de estruturação do projeto e as condições para sua eventual implementação.


A proposta da Prefeitura é transformar a área ribeirinha do Rio Jacuípe em um espaço voltado ao turismo, à recreação e à realização de atividades esportivas e eventos. A iniciativa também busca ampliar as opções de lazer para os moradores e criar oportunidades de geração de emprego e renda no município.

A implantação do complexo poderá ampliar a utilização da área para atividades econômicas e recreativas, desde que as condições técnicas, ambientais e financeiras identificadas nos estudos permitam o desenvolvimento do projeto.

A etapa de visitas técnicas integra, portanto, o processo de planejamento do Parque Náutico de Feira de Santana. Os levantamentos conduzidos pela Semmam e pela equipe da FGV deverão subsidiar a modelagem do empreendimento, com informações sobre o território, os recursos naturais e as possibilidades de estruturação do complexo.

Até a conclusão dos estudos, a viabilidade econômico-financeira, as condições de concessão e os parâmetros definitivos de implantação permanecem como aspectos a serem definidos no processo de modelagem.

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