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Licitação do Joia da Princesa tem proposta única e deixa SAF do Fluminense de Feira perto da gestão

5 Min de leitura

A licitação para a concessão onerosa do Estádio Alberto Oliveira, o Joia da Princesa, teve apenas uma proposta apresentada. O certame foi realizado na última segunda-feira (19) pela Prefeitura de Feira de Santana e contou exclusivamente com a participação de uma empresa vinculada ao grupo Core 3, responsável pela Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Fluminense de Feira. A informaçãofoi veículada nesta quarta-feira (21), pelo portal O Exclusivo, de Feira de Santana, e confirmada pela reportagem do Bahia Notícias.

Com o encerramento da fase de recebimento das propostas, o processo entra agora na etapa de análise documental. A Comissão Especial de Licitação avalia se a proponente atende a todas as exigências previstas no edital antes da homologação oficial do resultado.

O superintendente de Feira de Santana, Emerson Britto, ressaltou a condução do processo pela administração municipal e destacou a expectativa em torno da transformação do estádio em um espaço mais moderno e multifuncional.

“Uma grande força a tarefa do governo municipal sobre a liderança do prefeito José Ronaldo para tornar essa praça esportiva que é o Joia da Princesa numa arena multiuso. Isso vem sido feito desde o ano passado, né? Desde o início do governo”, destacou.

Não é fácil, mas as coisas têm sido feitas com muito profissional com muita ética e com muito trabalho. E a comunidade esportiva de Feira de Santana vive essa expectativa da conclusão desse desse momento, né? Conclusão desses trâmites da licitação para que possa ser anunciado oficialmente o Joia da Princesa gerido em parceria com a iniciativa privada para que o nosso Joia da Princesa, de fato, seja transformado numa grande arena, como vemos nas principais capitais do nosso país”, concluiu Britto.

De acordo com os dados do processo licitatório, a proposta foi protocolada pela GD Serviços Internet Ltda, empresa registrada como EPP e com sede em Feira de Santana. A companhia integra o grupo Core 3, que assumiu a SAF do Fluminense de Feira em 2022, com previsão de investimento mínimo de R$ 60 milhões no projeto esportivo.

O valor ofertado pela outorga foi de R$ 125 mil, conforme estabelecido no edital da Concorrência Maior Preço nº 95/2025. O contrato prevê a concessão para requalificação, operação, exploração comercial e manutenção do estádio.

ARENA MULTIUSO


No plano apresentado, a proposta aponta para a transformação do Joia da Princesa em uma arena multiuso, com infraestrutura voltada tanto ao futebol profissional e de base quanto a outras atividades. Estão previstas áreas comerciais, espaços de hotelaria, ações ligadas ao turismo esportivo e a realização de eventos esportivos, culturais e corporativos.

A ideia central é ampliar o uso do equipamento ao longo do ano, diminuindo a dependência exclusiva do calendário de jogos e estimulando a economia local, especialmente nos setores de serviços e entretenimento.

Apesar da existência de uma proposta única, a Prefeitura de Feira de Santana reforça que o processo segue em andamento. A concessão só será oficializada após a validação completa da documentação exigida no edital e a posterior homologação do resultado.

A licitação faz parte de um planejamento iniciado ainda em 2025, quando foi publicada a Portaria nº 004/2025, responsável por instituir a Comissão Especial de Licitação. O modelo de concessão segue as diretrizes da Lei Federal nº 8.987/95, que regula concessões e permissões de serviços públicos.

O Joia da Princesa voltou a receber jogos oficiais em 2026, sendo palco de partidas do Campeonato Baiano, da Série B do estadual e da final vencida pelo Bahia de Feira. O estádio também sediou confrontos do Bahia pelo Campeonato Brasileiro Feminino, além de jogos das categorias de base e do time principal.

Fonte:Bahia Notícias Foto:Divulgação

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