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Novos tempos prometem modernização com gestão privada no Joia da Princesa

3 Min de leitura

A concessão com contrapartida financeira do Estádio Joia da Princesa marca uma mudança significativa na forma de administrar um dos principais patrimônios esportivos de Feira de Santana. Pelo modelo adotado, a gestão do equipamento passa a ser integralmente da iniciativa privada, que terá o direito de investir, explorar economicamente o estádio e promover eventos, enquanto o poder público permanece como proprietário do bem e passa a receber uma outorga financeira, sem arcar com custos de manutenção.

A empresa responsável pela administração será a GD, ligada ao grupo Core 3, liderado pelos empresários André e Filemon, nomes conhecidos no meio esportivo e empresarial da cidade. Caberá à concessionária gerir o estádio, explorar bilheteria, camarotes, estacionamento e demais serviços, além de realizar os investimentos necessários para modernização e funcionamento do equipamento. Em contrapartida, a Prefeitura de Feira de Santana receberá um valor fixo previsto em contrato, pago de forma parcelada, sem qualquer repasse financeiro à empresa.

O modelo segue exemplos já consolidados em grandes arenas do país, como a Arena Fonte Nova, Arena Pernambuco, Barradão, Maracanã e estádios de Minas Gerais, onde patrimônios públicos são geridos de forma privada, com regras claras, exploração profissional e geração de receita. A expectativa é que o Joia da Princesa passe a oferecer não apenas jogos de futebol, mas uma experiência completa de entretenimento, com organização, segurança, serviços licenciados e eventos variados ao longo do ano.

Defensores da concessão ressaltam que a parceria público-privada não representa incapacidade do poder público, mas uma solução viável diante das exigências legais, dos custos elevados de manutenção e do uso limitado do estádio apenas em períodos curtos do calendário esportivo. Manter um equipamento dessa dimensão ativo durante 12 meses, sendo utilizado apenas alguns jogos ao ano, é considerado financeiramente inviável para qualquer prefeitura.

A iniciativa é resultado de um trabalho articulado iniciado ainda na gestão anterior e executado com prioridade pelo prefeito José Ronaldo desde janeiro de 2025, envolvendo diferentes secretarias municipais e a Superintendência de Esportes. A expectativa é que, com a concessão, o Joia da Princesa se transforme em arena multiuso, gere receitas, atraia investimentos, melhore a infraestrutura esportiva e fortaleça o esporte local.

Com a previsão de mais de 80 eventos esportivos ao longo do ano, recuperação de praças esportivas e novos projetos em bairros e distritos, a concessão do Joia da Princesa é vista como parte de um novo momento para o esporte em Feira de Santana. A proposta é mudar o conceito, profissionalizar a gestão e inserir a cidade em um padrão já adotado nos principais centros esportivos do país, abrindo caminho para um futuro de mais organização, oportunidades e orgulho para a população feirense.

Fonte- dia a dia news

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