Nesta terça-feira (27), a CBF anunciou o primeiro modelo de profissionalização da arbitragem nacional, que contemplará inicialmente 72 árbitros e árbitras. A iniciativa marca o início do compromisso do órgão em dar um novo rumo à arbitragem brasileira, alinhando o futebol a padrões mais avançados.
E dentre todos os profissionais, uma se destaca: Daniella Coutinho Pinto. Hoje assistente de arbitragem, Daniella é chancelada pela FIFA e representa o nome de Feira de Santana no mais alto padrão da profissão no Brasil. No último domingo (25), ela arbitrou no clássico BA X VI 505, e nesta terça foi a entrevistada convidada no Conexão Esportiva, programa da Rádio Sociedade News FM apresentado por Miro Nascimento.
“É um dia tão importante para a arbitragem brasileira, um momento único e especial. É um passo grande que a CBF vem dando, profissionalizar 72 árbitros e graças a Deus eu estou entre eles […] Nós já atuávamos na profissão, só não éramos profissionais reconhecidos; nos já tínhamos profissionais da saúde e da performance que nos acompanhavam, só que para cada um individualmente. Agora a CBF disponibilizará profissionais específicos que vão cuidar dos árbitros do quadro PRO. Teremos acompanhamento com psicólogos, fisiologistas, nutricionistas, antes durante e após os jogos. Foi preparado um ambiente realmente profissional para que possamos nos aprimorar na nossa área”.
Sobre os desafios superados para chegar ao topo da arbitragem nacional, Daniella destacou justamente seu amor pela área, que a fez passar por cima das dificuldades: “Eu sempre amei esse meio da arbitragem, e quando a gente gosta de algo, a gente as vezes não toma dimensão das dificuldades reais que cercam. Acho que comigo foi o que aconteceu, superei momento a momento. Agora são expectativas positivas, de melhoras, com árbitros muito mais focados para a arbitragem, pois antes outras questões que dificultavam a entrada apenas para a arbitragem em si.”
A conquista do espaço de Daniella como mulher na arbitragem não foi fácil. E a árbitra, hoje consolidada como membro da FIFA, se coloca como referência e orgulha a cidade de Feira de Santana.
Os árbitros contemplados serão remunerados, com salários mensais, taxas variáveis e bônus por performance, e deverão se dedicar prioritariamente à atividade, sem a obrigação de exclusividade. Além da remuneração específica, os 72 árbitros vão ser avaliados sistematicamente por observadores e uma comissão técnica contratada pela CBF. Receberão notas por uma composição de variáveis, como controle de jogo, aplicação das regras, desempenho físico e clareza na comunicação.
Eles integrarão um ranking que será atualizado a cada rodada.Os pioneiros da profissionalização da arbitragem brasileira vão dispor de planos individualizados, com uma rotina semanal de treinos, e estarão sob monitoramento tecnológico. Eles vão contar com todo suporte na área de saúde e passarão por quatro avaliações anuais, com testes físicos e de simulação de jogo.Haverá ainda uma rotina de capacitação, com imersões mensais, com aulas teóricas, testes e sessões práticas em campo. Poderão dispor também de recursos da análise de desempenho, com feedbacks individualizados após cada partida, em que discutirão lances polêmicos.


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