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Modelo empresarial ameaça o coronelismo no futebol

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JÁ FOI O TEMPO – Em que se ganhava campeonato “no grito”, que se dava um “jeitinho” para levantar o caneco. Isso lá pelos idos de 1900… deixa para lá! O certo é que hoje a realidade que vive o esporte de um modo geral, não tem mais espaço para amadores. A desconstrução de mitos se tornou uma constante com o passar dos anos e hoje os ditos mitos vivem de um passado cada vez mais distante porque a modernidade esta passando feito rolo compressor por cima de tudo e só sobrevive quem de fato tem planejamento e estratégias montados com vistas ao futuro.

O TEMPO – Dos coronéis, dos mandachuvas, ou de capatazes a serviço de seus senhores no futebol está acabando e cada vez mais é imperiosa a necessidade de projetos concretos que consolidem as equipes esportivas no seu contexto de atuação e estas tomem um caminho sem volta do crescimento. Times que têm grande apelo popular, despertam a cobiça e o interesse de homens que os utilizam como “trampolins” para alçarem objetivos pessoais e os da agremiação e seus torcedores ficam para um segundo plano. É assim que a banda toca.

O MODELO EMPRESARIAL – É uma ameaça aos velhos caciques que sempre utilizaram as equipes como verdadeiros “currais”, seja para interesses políticos ou outros tipos de interesse. Sempre administraram os clubes da forma que bem quiseram e entenderam protegidos por uma Constituição paternalista que até hoje não impõe sanções, punições para aqueles que arregaçam as contas gastando mais do que se tem. É por isso que muitos estão quebrados e mesmo assim os abutres e aves de rapina seguem como se nada acontecesse.  

SE HOJE – Muitas equipes estão na bancarrota, se deve muito a forma como se administra, ou seja se pensa no agora. Não se pensa em um projeto que possa ser iniciado agora e ser sequenciado posteriormente, mesmo porque ninguém é eterno. No entanto muitos seguem administrando os clubes sem olhar para trás e para frente muito menos. Por que as empresas de grande nível não investem no esporte muitas vezes? É justamente por conta da obscuridade que ainda existe em muitos clubes cujos dirigentes se preocupam com resultados imediatos e se esquecem de iniciar projetos que venham a causar grande impacto no futuro.

O BOM DA MUDANÇA – De pensamento é que quando se tem um projeto sólido, a comunidade abraça. Não queria citar clubes, mas é impossível não citar o Bahia de Feira que vem se consolidando. Hoje já tem estádio próprio, uma estrutura que quando estiver pronta não deverá nada a nenhum grande clube do Brasil. O reflexo disso é que aos poucos os torcedores começam a acreditar e confiar no projeto. Ainda tem muita coisa a ser feita, mas o caminho que está sendo traçado fatalmente o levará ao sucesso.

QUE AS PESSOAS – Envolvidas no contexto esportivo, independente de posição, possam refletir sobre o futuro que querem para seus clubes. Se optarem por uma mudança radical, é bom lembrar que todo e qualquer projeto precisa ser pensado e não é de uma hora para outra que se concretiza as coisas. Imediatismo precisa ser esquecido para que as coisas comecem a fluir e os resultados apareçam com o tempo.

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2 respostas

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