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Gatilho para eleição na CBF ainda não virá em janeiro

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A movimentação administrativa para uma nova eleição presidencial na CBF ainda não vai acontecer em janeiro. Não haverá neste mês convocação da assembleia geral para avaliar a segunda punição imposta pela Comissão de Ética ao presidente Rogério Caboclo, já afastado.

O dirigente foi punido em um primeiro processo por assédio moral e sexual contra uma funcionária. Pegou 21 meses. Depois, foi sancionado em outro procedimento, aberto pelo diretor de tecnologia da informação da CBF, Fernando França, que o acusou de assédio moral. Levou mais 20 meses de gancho.

Como o somatório das penas extrapola o mandato, que termina em abril de 2023, a aprovação dos vereditos pela assembleia geral — composta pelas 27 federações estaduais — vai configurar a vacância completa no cargo. Assim, nova eleição é prevista no estatuto para completar o período restante.

Quem tem que apertar esse gatilho é o presidente em exercício da entidade. Hoje, Ednaldo Rodrigues. Em dezembro, o baiano tinha planejado fazer a convocação agora em janeiro. Mas tem citado o aumento dos casos de covid-19, inclusive dentro da própria CBF, e a agenda apertada no fim do mês, com jogos da seleção brasileira pelas Eliminatórias, para justificar a postergação.

Há uma recomendação interna, feita pelo presidente da comissão médica da CBF, Jorge Pagura, para que não haja reuniões presenciais envolvendo presidente, vices e diretores com pessoas externas à entidade, pelo menos até semana que vem.

A agenda da cúpula da CBF prevê uma viagem ao Paraguai, já que no dia 19 há uma reunião do conselho da Conmebol. No dia 21, é recesso por causa do feriado carioca de São Sebastião, no dia 20. No dia 24, a seleção se apresenta, com viagem rumo a Quito, no Equador, onde acontece o jogo pelas Eliminatórias. Na semana seguinte, já em 1º de fevereiro, acontece em Belo Horizonte a segunda partida desta data Fifa, contra o Paraguai.

Quando a assembleia geral ocorrer, é muito improvável que o desfecho seja diferente da primeira reunião, quando os dirigentes confirmaram de forma unânime a punição a Caboclo. A partir de então, o estatuto prevê que o vice-presidente mais velho, neste caso, o Coronel Nunes, assuma a CBF interinamente com o intuito de convocar em até 30 dias a eleição presidencial. Como se trata de preenchimento da vacância para o restante do mandato, só poderão se candidatar os oito vices da CBF. Hoje, além de Nunes, a lista tem Ednaldo Rodrigues, Gustavo Feijó, Fernando Sarney, Castellar Neto, Francisco Novelletto, Antonio Aquino e Marcus Vicente.

Fonte – UOL Esporte

Lucas Figueiredo/CBF

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