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Caso Pedrinho: Athletico alega que atleta estava livre após rescisão

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Acusado pelo Vitória de não realizar o pagamento referente à transferência do lateral-esquerdo Pedrinho, o Athletico garante que não deve nada ao clube baiano, pois, no momento em que assinou com o atleta de 19 anos, ele estava livre no mercado. A informação foi publicada inicialmente pelo site Galáticos e confirmada pelo ge.

Essa é a justificativa apresentada pelo corpo jurídico do clube paranaense em uma ação que corre na 10ª vara cível e comercial de Salvador, iniciada pelo Vitória e à qual o ge teve acesso.

Em contato com a reportagem do ge, o corpo jurídico do Vitória afirma que ainda não teve conhecimento dos argumentos apresentados pelo Furacão e confirma que ingressou com uma medida na Comissão Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF contra o clube do Paraná.

O imbróglio começou quando as equipes iniciaram as tratativas por uma “venda casada” que levaria os atletas Pedrinho e Pablo Siles ao Athletico pelo valor de R$ 10 milhões. Esse negócio, entretanto, não foi concluído, como noticiou o ge no dia 30 de agosto.

O Furacão também cita as tratativas ao se manifestar na Justiça e alega que o negócio não foi concluído por entraves criados pelos agentes de Pablo Siles e pelo próprio Vitória, que não adquiriu os direitos federativos do atleta perante o clube Danubio, do Uruguai. Ainda de acordo com a defesa do Athletico, foi o próprio Vitória que deu a negociação por encerrada.

É bom ressaltar que Pablo Siles está emprestado ao Vitória pelo Danubio com opção de compra. Ou seja, para repassá-lo ao Athletico, o Rubro-Negro baiano teria que, inicialmente, exercer o direito de adquirir o atleta.

Como as tratativas não andaram, o Athletico considera que houve alteração na “integralidade do cenário negocial anteriormente existente”.  Ao mesmo tempo em que o negócio melou, o Vitória já havia sacramentado a rescisão de contrato do Pedrinho, que apareceu no Boletim Informativo Diário da CBF no dia 20 de agosto. O Athletico argumenta, então, que o Vitória concluiu a rescisão de forma precipitada, “gerando situação de intensa vulnerabilidade e grande expectativa por parte do atleta”. Então, no dia 9 de setembro, o Athletico assinou um contrato com Pedrinho, válido por cinco anos, considerando que ele estava livre no mercado.

Na defesa, o Athletico argumenta o seguinte:”As negociações diretamente com o Vitória quanto ao preço e condições de transferência, entretanto, não foram operadas – tanto que até o momento não houve assinatura por parte do Réu dos instrumentos”, diz o Athletico.

O valor inicial acordado pela “venda casada” seria de R$ 10 milhões – R$ 8,5 milhões por Pedrinho, montante que o Vitória espera receber pelo negócio.

As negociações aconteceram quando Paulo Carneiro ainda estava à frente do Vitória – o gestor foi suspenso da presidência no mês de agosto. Em áudio vazado através de mensagem de aplicativo ontem ele garante que o clube está protegido. “Você ouve meus inimigos e acha que é verdade? Acha que sou ‘menino amarelo’? […] O Vitória está completamente protegido com relação a Pedrinho, tem problema nenhum”, afirma Paulo Carneiro.

Presidente em exercício do clube, Luiz Henrique Viana garante, em conversa com o ge, que o próprio Athletico enviou contrato da transferência de Pedrinho. O gestor, porém, não deixa claro se o documento estava assinado. “Tudo foi negociado com o Athletico. Tudo foi negociado. Inclusive os contratos foram encaminhados pelo próprio Athletico ao clube. Tudo foi negociado e está na esfera jurídica. Toda relação com Athletico foi esgotada, tudo foi feito”.

Questionado novamente pela reportagem se havia um contrato assinado, o dirigente não confirmou.

Fonte – Globo Esporte

Foto – Pietro Carpi/ Divulgação/ EC Vitória

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