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Após três anos Flu de Feira deve ter eleições com duas chapas concorrendo

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Com a confirmação da data das eleições gerais do Fluminense para 4 de dezembro, a movimentação nos bastidores deve ganhar maior intensidade com a busca de votos dos associados para o pleito que elegerá um novo Conselho Deliberativo, além de uma nova direção executiva. Duas chapas devem partir para a disputa, quebrando uma sequência de pleitos, onde se tinha apenas uma chapa na disputa. A última vez que aconteceu uma eleição com duas chapas disputando foi em 2018, quando José Francisco Pinto, o Zé Chico, e Hércules Oliveira concorreram à presidência.
Os últimos processos eleitorais no Fluminense foram marcados por muitas divergências, principalmente relacionadas à maneira como o clube vinha sendo administrado. Entre os anos de 2015 e 2019, o tricolor feirense viveu bom momento com a conquista do vice-campeonato baiano da 2ª divisão; a conquista da Copa Governador do Estado; boas participações no Campeonato Baiano de 2016 e 2017; a melhor campanha na história de participações na Série D nacional, quando em 2016 foi sétimo colocado geral; classificações para a Pré-Copa do Nordeste e Copa do Brasil.
Entretanto a falta de uma maior sustentação administrativa e financeira, fez com que o Touro do Sertão entrasse em queda livre: no estadual de 2018 foi quinto colocado; no ano seguinte foi sexto colocado; em 2020 foi oitavo colocado e chegou nas últimas rodadas brigando para não ser rebaixado e esse ano, em meio a uma série de desmandos, o clube amargou um novo rebaixamento para a 2ª divisão estadual, o terceiro em pouco mais de 80 anos de história.
Os desmandos ficaram acentuados, quando num espaço de um ano, três presidentes passaram pelo comando do Fluminense: Everton Carneiro, o Pastor Tom, foi eleito no final de 2019 e ficou por aproximadamente um ano a frente da equipe, mas renunciou pouco tempo depois de ter perdido o seu mandato de deputado estadual. Deraldo Conceição, o Deraldão, era presidente do Conselho Deliberativo e deixou o cargo para se candidatar à presidência e foi eleito, mas três meses depois renunciou o cargo e um novo pleito aconteceu com Ícaro Ivinn sendo eleito para complementar o biênio 2020/2022.

PROJEÇÕES
Em relação ao processo, diferente dos anteriores que ocorreram em meio a um calendário apertado de competições, este ano o pleito ocorrerá em um período, onde quem sair vencedor terá um tempo para buscar organizar administrativamente a equipe e prepara-la para a disputa da 2ª divisão estadual, que ainda não tem uma data estabelecida para início, mas deverá ser uma das mais disputadas dos últimos anos, quando alguns clubes que estava afastado das atividades profissionais devem estar retornando como a Catuense, Jequié, Flamengo de Guanambi, Itabuna, Barreiras e Juazeiro.
Nesse cenário, pelo que se desenha, duas chapas devem disputar as eleições presidenciais no Fluminense até mesmo por conta da movimentação de bastidores: o atual presidente Ícaro Ivvin articula uma possível candidatura à reeleição e o ex-presidente José Francisco Pinto, o Zé Chico, há algum tempo também “costurando” apoios, entretanto nenhum dos dois confirmou de forma oficial que disputarão o pleito.

Por Cristiano Alves

Foto – Cristiano Alves

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